A HISTÓRIA DE ANA RAIO E ZÉ TROVÃO



A História de Ana Raio e Zé Trovão foi uma telenovela brasileira produzida pela extinta Rede Machete e exibida originalmente de 12 de dezembro de 1990 a 13 de outubro de 1991. Foi escrita por Marcos Caruso e Rita Buzzar com a colaboração de Jandira Mantini, idealizada e dirigida por Jayme Monjardim e teve codireção de Roberto Naar, Marcos Schechtman, Marcelo Travesso e Henrique Martins.  O SBT estava reprisando a novela desde 7 de junho de 2010, com término no dia 4 de abril de 2011. 

SINOPSE



Ana de Nazaré (Ingra Liberato) é orfã de mãe e mora com o pai no sul do país. Aos treze anos é estuprada por Canjerê (Nelson Xavier), um ex-capataz da fazenda onde seu pai trabalha e o que foi acusado de roubo por ele. Ana fica grávida e dá a luz à uma menina a quem dá o nome de Maria Lua Vingativo e sem escrúpulos.

Treze anos depois, Ana de Nazaré se transforma em Ana Raio, uma afamada peoa de uma companhia de rodeios. Ela percorre o país com sua caravana e procura pela filha que foi arrancada de seus braços ainda bebê. Ao lado de Ana está João Riso (Giuseppe Oristânio), que é apaixonado por ela e que faz de tudo para agradá-la e ajudá-la a encontrar Maria Lua.

Fonte: 
SBT - A História de Ana Raio e Zé Trovão 

LETRA (Sagrado Coração de Terra - Raio e Trovão)

Corre em minhas veias tempestade
Viajo em nuvens de fogo
Por estradas, campos e cidades
Sou relâmpago nos olhos do povo

Olhos da Lua e das estrelas
Faísca nos cascos dos cavalos
Nosso caminhão iluminado
É constelação, cometa, dragão dourado!

Essa é fogueira, é rodeio e canção
Essa caravana é luz e calor
Estrela cadente riscando o céu
Não deixa morrer esse sonho de amor!

Diz quem resiste a uma paixão
Constante, eterna como a luz do Sol?
Cruzam espadas, homem, mulher,
O Branco e o Negro, o Raio e o Trovão!

Minha estrada é a cauda de um cometa
Nas noites de lua sou lobo
Tenho amigos em todos planetas
Mas no mundo dos homens sou louco

A chama do amor cegou meus olhos
Só vejo teu rosto em cada esquina
Tua ausência é como a fome
Seguir tua luz, teu nome é minha sina

Noites perdiadas vagando ao luar
Sonhos guardados no fundo do peito
Por quantas vidas irei te buscar?
Estrela do tempo, me ensina a esperar!

Diz quem resiste à essa paixão
Quente, indomada, Força da Vida?
Cruzam o espaço Planetas e Sóis,
Vontade, Destino, os Deuses e Nós!







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